domingo, 5 de julho de 2009

O príncipe que chegou em uma carruagem


Uma certa guria me pediu em um comentário um príncipe encantado um pônei branco. Isso, querida, eu não te dou de jeito maneeeeira, porque só você mesma consegue encontrar um que encaixe direitinho na tua descrição de encantado. Bem, na realidade nem isso é. É só o seu destino que vai trazê-lo, e quase cem por cento a chance de ele não se encaixar na lista de pré-requisitos para o homem perfeito que você tem gravada na tua mente.
Foi exatamento isso o que aconteceu com o príncipe dessa história. Já que um príncipe eu não posso te dar, te darei uma história sobre um.
O Príncipe de Poneyland não passou desapercebido pelos olhos da garota. Também, com tantas bandanas chamativas e o cabelo louro espetado era difícil que o passasse aos olhos de qualquer um que ali estivesse. Mas ela não o achou com cara de príncipe, nunca poderia imaginar que apenas um olhar dele a faria princesa.
Ele a procurou. Ela estranhou, fugiu um pouco. Afinal, ela procurava o Príncipe, alguém imponente e importante que a pudesse tirar daquele desespero em que ela estava, arrumar uma solução para todos aqueles problemas, não um desconhecido qualquer que pensa que pode se aproximar daquela maneira. Ela estava em uma terra desconhecida e distante: pedia segurança.
Mas alguma coisa a puxava de maneira quase magnética para perto daquele sujeito. E quando abriu os olhos, sua boca e a dele eram uma só, e quando deu conta de si, seu coração já nao era de seu domínio, sua vida já não era sua, mas sim daquele garoto dos olhos verdes azulados. Não conseguia mais olhar para si de maneira separada dele.
Foi aí que ela viu a coroa escondida por debaixo dos fios cor de ouro de cabelo macio. Nunca imaginara que pudesse ser ele, aquele engraçadão que não parava de pular por cima das coisas e que gostava de macarrão com salsicha. Percebeu então que foi seu coração que desfez o feitiço que havia se formado em sua mente: a cegueira que seu medo provocara. A coroa estava ali o tempo todo, mas só naquele momento as coisas ficaram claras. E só ele a poderia ajudar.
"O amor é a chave que te traz de volta para casa" - disse ele. Naquele momento, ela percebeu que seu lar era Poneyland.
Obrigada, Príncipe, pelo final de semana maravilhoso! Te amo!

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Olá povo de Poneyland!

Bem gente...Primeiro Post!
De onde surgiu essa história toda de pôneis? Nem eu sei.
Esses dias surgiu essa dúvida.

Alguns me disseram que foi a Marina (por onde deve andar aquela brotense?) que me chamou de NattyPônei pela primeira vez, após uma pequena confissão minha de que eu tinha uma coleção de My Little Poneys quando eu era pequena.
Bem, eu sinceramente não em lembro dessa história...Mas ela tem um grande fundo de verdade. Afinal, como as pessoas que me disseram saberiam dessa pérola da minha infância?
Outros me disseram que é apenas por causa dessa minha mania de usar rosa o tempo inteiro, e que isso é ligado ao universo dos pôneis. Não entendi qual a relação entre as duas coisas, será por que garotas gostam de rosa e garotas gostam de pôneis? Se for é uma relação bem tonta, já que garotas gostam de muitas outras coisas, como o meio ambiente, esmaltes novos e chocolate. e garotos. nenhuma dessas outras coisas estão relacionadas com meu apelido, pelo menos não que eu saiba.
Mas não importando sua origem, o apelido atingiu meu coração certeiro como uma flecha de um índio pitiguara. (Não estranhe a metáfora, estou finalmente lendo Iracema)
meu amor por pôneis talvez tenha aumentado, e com eles vou compartilhar um pouco de mim, através desse blog-relato sobre minha viagem por esse mundo tão louco que este nosso, onde pessoas agem como animais e animais são tratados como pessoas. Vivemos em Poneyland.